Via de regra, toda igreja elabora seu planejamento anual, em média, no mês de novembro, quando muito início de dezembro, numa reunião de, liderança eclesiástica, lideres de ministério, obreiros, que, cheios de expectativa, depois de possivelmente um comentário sobre o que se planejou para o ano que se finda e não se conseguiu concluir, enfim, “recheiam” a pauta e/ou ata da reunião com idéias, eventos, ações, estratégias, e isso é válido sim, claro, afinal de contas precisamos planejar, pois, as escrituras nos estimulam a isso, inclusive afimando que os descrentes são, muitas vezes, mais sagazes e sábios que os crentes (Lc 16.8 — pois os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração do que os filhos da luz); (Lucas 14:28 — Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?), enfim, um bom planejamento nada mais é do que o exercício eficaz da mordomia dos talentos, capacidades e recursos que Deus colocou em nossas mãos, para a sua glória.

Dou graças ao meu Deus por igrejas que “Terminam” o ano bem e, não porque tudo o que planejaram “deu certo”, o que acredito piamente que não, mas, porque, em seu planejamento para o ano seguinte, escolheram se envolver com a maior obra deixada por Deus para sua igreja e que em Jesus, se cumpriu, a saber: missões; sim, esse é o modelo deixado por Jesus. Deus planejou uma igreja missionária, a quem Ele mesmo daria visões, estratégias, enviaria (e o tem feito) os recursos, mobilizaria as pessoas para que a glória d’Ele se espalhe por todas as nações da terra. Desta maneira, as igrejas passariam a: 1. ORganizar um CM Conselho Missionário na igreja local; 2. Empreender eventos com vistas a ampliar e fortalecer sua visão missionária, como Conferências, Finais de Semana Missionários; 3. Envolver a igreja local num movimento de oração/intercessão, afinal, sem oração não chegamos a lugar algum (João 15:5); 4. Estabelecer um movimento financeiro voltado para missões onde missionários e projetos relevantes são servidos financeiramente pela igreja, e mais, a possibilidade de Presbiteriano apoiar Batista, que apoia, Assembleiano que apoia congregacional e assim por diante, quebrando-se com isso o paradigma denominacional e por fim, 5 Cuidando desse mesmo missionário e seu projeto em acompanhamento de cuidado integral.

Diante disso, vale apena citar a exemplo, as igrejas: Igreja Presbiteriana Independente de Vila Sônia em São Paulo, sob a liderança do Pr Daniel Rosa em seu MM (Ministério de Missões) cujo start se deu em novembro de 2015 e que já inicia o ano com seu 1º Final de Semana Missionário; uma igreja que já apoia algumas ações no campo mas deseja avançar, e, também a Igreja Presbiteriana do Brasil em Marialva/PR, dirigida pelo Pr José Carlos Peixoto, que, em seu CM (conselho missionário), também com início em novembro do ano passado, fará sua 1ª Conferência Missionária nos dias 15 a 17 de Abril/16. Não tenho dúvidas que, debaixo da direção de Deus certamente continuarão a “terminar bem o ano” pois muitas ações poderão ser feitas no campo missionário pois o desejo é “Prosseguir Até Que Todos Ouçam!”.