“Portanto, nós não atentamos nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem. Pois as que se vêem são temporais, e as que não se vêem são eternas”
 
Este principio me faz continuar!
Se fosse colocar os olhos no que vejo quanto ao envolvimento da Igreja e na posturas da maioria dos seus líderes já teria desistido de tentar ajudar a igreja a ser missionária. Sei que esta expressão dói nos ouvidos, mas é a realidade.
Ainda este final de semana, depois de ministrar sobre o perfil de uma igreja missionária ouvi de vários membros e do próprio pastor que corajosamente afirmou: “nós não temos esta visão”. Fiquei animado e esperançoso. Quem sabe teremos mais uma igreja assumindo a sua vocação, porque só mudamos a partir do reconhecimento. A visão errônea da razão de ser igreja tem consequências desastrosas, tais como: missionários voltando do campo antes do tempo, orações egoístas, projetos missionários em marcha lenta, povos sem ouvir as boas novas. A visão distorcida leva seus “frequentadores” à uma vida de letargia e desânimo, sem frutos, passando a viverem para si mesmos e não para o Reino, correndo obsessivamente atráz da riqueza e consequentemente “trazendo sobre si muitas dores” I Tim. 6:10
O versículo acima é nossa motivação. Sem nos firmarmos nele já teríamos desistido.
Obrigado Espírito Santo por revelar essa verdade a Paulo e chegar até nós.
Ainda veremos os frutos, basta perseverar.
Nivaldo Gois